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Nº 326: 70% do mundo até 2022; reforço nos EUA; China se diz vítima

G20 quer acabar com pandemia em 14 meses

Os líderes do G20 assumiram o compromisso de vacinar 70% da população mundial contra a covid-19 até o fim de 2022. O comunicado final do encontro informou que os países vão distribuir imunizantes a países pobres e transferir tecnologias para que vacinas com a tecnologia de RNA mensageiro sejam produzidas em países em desenvolvimento, como o Brasil. “Reconhecendo que as vacinas estão entre as ferramentas mais importantes contra a pandemia e reafirmando que a ampla imunização covid-19 é um bem público global, avançaremos nossos esforços para garantir o acesso oportuno, equitativo e universal a vacinas seguras, acessíveis, de qualidade e eficazes, terapêutica e diagnósticos, com atenção especial às necessidades dos países de baixa e média renda”, destacou o documento oficial divulgado no final do encontro de cúpula. O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom, celebrou.

Motivos para alívio e algum orgulho

O início do combate à pandemia no Brasil foi errático e contou com a resistência da própria cúpula do governo. Mas a partir de setembro, a covid começou a dar sinais de arrefecimento, o que se confirmou em outubro. O resultado está ligado ao avanço da vacinação, que supera os índices de alguns dos principais países. Com 74% de seus 213,3 milhões de habitantes com duas (55%) ou um dose (19%) – sem contar o reforço aos mais velhos -, proporcionalmente o país está em uma posição mais confortável que os Estados Unidos, com 66% de seus 331 milhões de habitantes vacinados com duas (57%) ou uma dose (8,6%). Itália e França estão só um pouco adiante, com 77% e 76% de vacinados, respectivamente. O Brasil está só um ponto percentual acima do Reino Unido, que por sua vez tem proporcionalmente mais gente completamente imunizada (67%).

China diz que relatório americano é falso

O governo chinês respondeu com dureza a um relatório da inteligência dos EUA sobre as origens da pandemia de covid-19, classificando o trabalho como uma obra “política e falsa” que justificaria os ataques de Washington. O estudo foi divulgado esta semana, após uma revisão ordenada pelo presidente Joe Biden. O principal ponto é que os analistas americanos afirmam não ser possível determinar a origem do vírus sem dispor de mais informações do governo chinês, que por sua vez alega que os EUA querem fazer uso político da história, insuflando a suspeita que houve uma vazamento contagioso de um laboratório biológico em Wuhan, epicentro da pandemia. A discórdia começou depois que uma equipe da OMS não conseguiu determinar a origem da doença. A recusa chinesa em passar mais dados só faz aumentar as suspeitas. Contra esta hipótese, o próprio relatório admite que a maioria das agências internacionais acredita que o vírus não foi geneticamente modificado.

O que MONEY REPORT publicou hoje

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Informe Publicitário

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Quatro motivos para manter a máscara

Reino Unido divulga números atualizados

EUA quer impulsionar reforço

Painel Coronavírus

Vacinados *
• 3,88 bilhões no mundo (49,4% da população)
• 7,04 bilhões no mundo (89,45% da população — cumulativo)
• 154,88 milhões no Brasil (72,61% da população)
* dados globais aproximados

Segunda dose **
• 3,02 bilhões no mundo (38,5% da população)
• 119,99 milhões de brasileiros (56,25% da população)
** dado global aproximado

Casos confirmados no Brasil
• 21.810.855 – acumulado
• 6.761 – novos infectados
• 20.996.772 – recuperados 
• 206.259 – em acompanhamento 
• 10.378,9 – incidência por grupo de 100 mil habitantes

Mortes confirmadas no Brasil
• 607.824 – óbitos acumulados
• 130 – novas vítimas fatais
• 2,8% – letalidade
• 289,2 – mortalidade por grupo de 100 mil habitantes

Dados globais vacinais atualizados em 31/10/2021, às 19h

Dados nacionais vacinais desatualizados por falha no sistema do Ministério da Saúde. Dados referente a 30/10/2021

Fontes: Ministério da Saúde, consórcio de veículos de imprensa, Universidade Johns Hopkins (EUA) e Fiocruz

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