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Nº 286: reforço J&J; cariocas querem lotar meio Maracanã; CPI da CGU

Johnson em duas doses

Em comunicado nesta terça-feira (21), a Johnson & Johnson afirmou que uma dose adicional de sua vacina (Janssen) após dois meses aumentou a proteção em participantes de um teste clínico. A farmacêutica ainda explicou que os resultados de um estudo de fase 3 com voluntários de 10 países conferiu 75% de proteção contra as manifestações sintomáticas da doença. Nos EUA, a taxa de proteção contra a doença foi de 94%. Em 4 de fevereiro de 2021, a taxa global de proteção do imunizante era de 66,9% com uma dose.

O que MONEY REPORT publicou hoje

Volta às aulas com covid

A reabertura de escolas no Reino Unido desencadeou um aumento nas contaminações entre alunos. Mais de 100 mil crianças faltaram em decorrência de infecções confirmadas ou suspeitas na última semana, informou o Departamento de Educação. Foi apontado que, em 16 de setembro, 59 mil ausentes por covid e outros 45 mil eram casos suspeitos, aponta o jornal britânico The Guardian nesta terça-feira (21). O Reino Unido acumula 7,47 milhões de casos e 135 mil óbitos. Foram imunizados com a primeira dose 72,9% da população e 66,7% com a segunda.

O que o ministro machista da CGU disse à CPI

Aziz sobre Rosário: “Petulante”

Na sessão desta quarta-feira (14), a comissão ouviu o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, sobre como o órgão deixou a documentação da Precisa Medicamentos passar pelo órgão, apesar dos indícios de irregularidades, tanto em relação a FIB Bank quanto aos invoices apresentados por Luís Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde. O ministro se defendeu das acusações de prevaricação na última semana feitas pelo presidente da Mesa, Omar Aziz (PSD-AM). Rosário disse o lobista da Precisa, Marconny Albernaz Faria, é investigado pelo órgão que desde 2019. De acordo com ele, as apurações levam tempo, pois é preciso seguir protocolos legais e as investigações estão sob sigilo. Após as denúncias da CPI contra a Precisa, a CGU requereu o compartilhamento de informações. A autorização veio em 8 de julho por decisão judicial.

  • Contrato: “O superfaturamento após o pagamento com um desembolso financeiro acima do valor de mercado. Como não houve o ato, não teve a contratação efetivamente e, por óbvio, não houve o superfaturamento”, alegou o ministro. A declaração foi rebatida pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que esse argumento não significa que os valores não estão superfaturados;
  • Parâmetros: Rosário disse que a auditoria da CGU aceitou como parâmetro o embasamento do preço da dose da Covaxin informado no site da Bharat Biotech. O relator, Renan Calheiros (MDB-AL), disse ser “ridículo” que a CGU tenha permitido que a negociação seguisse com o preço 70% superior (US$ 17 por dose) ao de outros imunizantes contratados. Simone Tebet (MDB-MS) e o vice-presidente da Mesa, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), acrescentaram que técnicos da CGU manifestaram dúvidas. Dados colhidos pela CPI indicam que em 2020, o preço da dose seria US$ 10. O ministro insistiu que a CGU se apoiou na Lei 14.124/21, que flexibilizou as normas para aquisição;
  • Inércia: questionado sobre o motivo de a CGU não ter agido para impedir o andamento da negociação com a Precisa mesmo identificando irregularidades, Rosário defendeu o respeito ao processo legal;
  • Público: sobre o sigilo do processo administrativo da compra da Covaxin determinado pela Saúde, explicou que “faz parte do processo”. Ele perguntou aos senadores se o contrato da Pfizer também estaria aberto. Randolfe disse que sim, mas Rosário rebateu que não. Controverso. O primeiro contrato esteve aberto por 10 dias em abril deste ano no site do ministério, quando o governo quebrou a cláusula de confidencialidade. O segundo contrato tem sigilo de 10 anos;
  • Machismo: a sessão encerrou após o Rosário ser duramente questionado por Simone Tebet. Ele chamou a parlamentar de “descontrolada”, causando alvoroço e irritação entre os membros do colegiado, que saíram em defesa da colega (abaixo) e reclamando da atitude machista do ministro.

Cenas de machismo na CPI

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Meia dose para a terceira

Um estudo do Ministério da Saúde em parceria com a Universidade de Oxford avalia a necessidade de terceira dose e abre caminho para a validade da aplicação de meia dose de reforço. Iniciado em agosto, o estudo verificará a intercambialidade da CoronaVac com outros imunizantes disponíveis à população brasileira, como o da Pfizer e o da AstraZeneca. Em meio à escassez de vacinas e a desigualdade de distribuição, um resultado positivo poderia ser celebrado, pois aceleraria a vacinação em diversos países afetados por variantes.

Cariocas podem aglomerar

A partir desta terça-feira (21), a cidade do Rio de Janeiro vai permitir eventos em locais abertos, com lotação máxima de 500 pessoas, e competições esportivas em estádios e ginásios com público que esteja com o esquema vacinal completo e lotação até 50% da capacidade. Ambientes fechados, como boates, danceterias e salões de dança seguem fechados até que 65% da população tenha as duas doses ou a dose única aplicadas, quando também poderão funcionar com 50% da capacidade.

Argentina flexibiliza

O governo argentino anunciou nesta terça-feira (21) que abrirá as fronteiras para viajantes de países vizinhos, incluindo o Brasil, a partir de 1º de outubro. Na mesma data, deixará de ser exigido o uso de máscaras em espaços abertos sem aglomeração, entre outras medidas de flexibilização de regras sanitárias. A decisão foi justificada pelo avanço da vacinação e pela queda na média de contágios diários.

Médias móveis a cada 7 dias

  • Contaminações: em 29/06, registrava 21.274 casos, em 20/09 , 2.080, uma queda de 90,2%;
  • Mortes: em 29/06, registrava 484 óbitos, em 20/09, 125, uma queda de 74%;
  • Vacinação: 64,6% da população recebeu a primeira dose, 44,5%, duas.

Dados da Universidade Johns Hopkins

Escolas sob testes em NY

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, afirmou que começará a testar semanalmente professores, funcionários e crianças em escolas públicas a partir da próxima semana. Assim, ele poderá relaxar as regras de quarentena para alunos ainda não imunizados, seguindo as orientações do Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês). As informações são do The New York Times.

Chegada de insumos

Boas notícias aos alérgicos

Painel Coronavírus

Vacinados

• 3,51 bilhões no mundo (44,57% da população)
• 5,98 bilhões no mundo (79,7% da população — cumulativo)
• 142,2 milhões no Brasil (66,66% da população)

Segunda dose *

• 2,47 bilhões no mundo (31,9% da população)
• 81,26 milhões de brasileiros (38,09% da população)
* dados aproximados

Casos confirmados no Brasil
• 21.247.094 – acumulado
• 573 – novos infectados
• 20.250.198 – recuperados
• 405.456 – em acompanhamento
• 10.110,6 – incidência por grupo de 100 mil habitantes

CASOS CONFIRMADOS21.247.094
Acumulado-.573
Casos novos

Mortes confirmadas no Brasil
• 591.440 – óbitos acumulados
• 485 – novas vítimas fatais
• 2,8% – letalidade
• 281,4 – mortalidade por grupo de 100 mil habitantes

Dados atualizados em 21/09/2021, às 20h

Fontes: Ministério da Saúde, consórcio de veículos de imprensa, Universidade John Hopkins (EUA) e Fiocruz

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