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Nº 225: Pequim nega vistorias; 50% da humanidade; Fiocruz estudará Complexo da Maré

China dificulta investigações

Pequim se opões ao plano da Organização Mundial de Saúde (OMS) de realizar uma nova vistoria em busca da origem da pandemia na China. A hipótese de o vírus ter vazado de um laboratório ainda não foi descartada de todo. A entidade recomendou este mês que sejam feitas novas auditorias em laboratórios e mercados de Wuhan. Nesta quinta-feira (22), o vice-ministro da Comissão Nacional de Saúde chinesa, Zeng Yixin, disse: “Não aceitaremos este plano de rastreamento, pois, em alguns aspectos, ignora o bom senso e desafia a ciência”. Ele acrescentou que ficou surpreso ao ler a sugestão. No início de julho, o chefe da OMS, Tedros Adhanom, afirmouque as investigações sobre as origens do novo coronavírus foram dificultadas pela falta de transparência sobre os primeiros dias do que era então um surto. Zeng reiterou que alguns dados não podem ser completamente compartilhados por questões de privacidade e segurança.

Meio mundo com meio caminho andado

Um dado global relevante e animador. O levantamento da vacinação global compilado pela Universidade Johns Hopkins (EUA) para a OMS indica que 3,76 bilhões de pessoas já receberam pelos menos uma dose, o que perfaz pouco mais de 50% da humanidade.

O que MONEY REPORT publicou hoje

Guiné sai de campo

Em 11 participações, o país nunca conquistou medalhas

A Guiné anunciou na quarta-feira (21) que a delegação de seu país, que possui apenas 5 atletas classificados, não participará mais dos Jogos Olímpicos de Tóquio. A pequena nação da África Ocidental tem pouco mais de 12 milhões de habitantes, ocupa a 178ª posição no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que mede a qualidade de vida. O ministro dos Esportes, Sanoussy Bantama Sow, alegou preocupação com a saúde dos atletas e da comissão técnica.

Uma Janssen pode não ser o suficiente

A vacina de dose única da Janssen, braço da Johnson & Johnson, é menos eficaz contra as variantes delta e lambda da covid que contra a cepa original, aponta um estudo publicado na terça-feira (20). A conclusão se baseia em experimentos por amostras laboratoriais e não indica quanta eficácia foi perdida. As conclusões se acrescentam às evidências que os inoculados talvez precisem da uma segunda dose — porém de vacinas de RNA mensageiro (mRNA), como a da Pfizer ou da Moderna. As conclusões vão contra um estudo da J&J publicado no início deste mês, que sugere que uma única dose é eficaz contra a delta cerca de 8 meses após a inoculação. A pesquisa, entretanto, é consistente com observações que uma única dose da AstraZeneca, que se vale de uma tecnologia semelhante à da Janssen, mostra eficácia de apenas 33% contra os efeitos sintomáticos da delta.

SP não tira o pé

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Informe publicitário

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Garrafa pet contra a covid

Foto reprodução: EPTV

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram um tecido com garrafas pet que filtra o ar, sendo capaz de impedir a passagem do novo coronavírus. O estudo foi desenvolvido no Laboratório de Controle Ambiental do Departamento de Engenharia Química. A fase de regulação do projeto de ser logo aprovada, a partir do momento que houver interesse de fabricantes de filtros, máscaras e demais equipamentos de proteção individual (EPIs). O material é uma fibra produzida a partir da reciclagem das garrafas transparentes transformadas em uma solução líquida. A doutoranda Gabriela Brunosi Medeiros afirma que processo é de baixo custo.

Complexo da Maré em teste

Pessoas de 18 a 34 anos serão avalidas: aplicação será de 29 de julho a 1º de agosto

Maior conjunto de favelas do Rio de Janeiro, com cerca de 140 mil residentes, o Complexo da Maré sediará um estudo liderado pela Fiocruz sobre o impacto da vacinação. A iniciativa envolve a Redes da Maré e a Secretaria Municipal de Saúde. A meta é antecipar a agulhada em 31 mil pessoas, que junto com as demais faixas etárias já atendidas, serão monitoradas por seis meses. A efetividade será avaliada levando em conta idade, sexo, intervalo para a segunda dose, espaçamento da vacinação até a contaminação, ocorrência de casos graves e prevenção de óbitos.

Em construção

Painel Coronavírus

Vacinados

• 3,76 bilhões no mundo (50,11% da população)
• 128,41 milhões no Brasil (60,3% da população)
* primeira dose ou dose única

Segunda dose *
• 1,04 bilhão mundo (13,4% da população)
• 35,99 milhões de brasileiros (16,9% da população)
*dados aproximados

Casos confirmados no Brasil

• 19.523.711 – acumulado
• 18.259.711 – recuperados
• 716.984 – em acompanhamento
• 49.757 – novos infectados
• 9.290,5 – incidência por grupo de 100 mil habitantes

Mortes confirmadas no Brasil

• 547.016 – óbitos acumulados
• 1.412 – novas vítimas fatais
• 2,8% – letalidade
• 260,3 – mortalidade por grupo de 100 mil habitantes

Dados atualizados em 22/07/21 – 20h

Fontes: Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde e Universidade Johns Hopkins (EUA)

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