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Nº 221: 1 bilhão de imunizações completas; OMS no ABC; Paris para brasileiros; condenado por kit covid

12% da humanidade com duas doses

Dados de vacinação compilados pela Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, mostram que mais de um bilhão de pessoas foram vacinadas com duas doses de vacina em todo o mundo, completando seus ciclos de imunização. A marca foi atingida neste sábado (17) e divulgada hoje. O salto signitificativo se deu pela inclusão, a partir de 10 de junho, dos dados vacinais chineses. Há motivo para celebrar, porém é preciso lembrar que apenas 13% dos seres humanos foram atendidos. O caminho será longo até ser atingido a marca de 70%, teoricamente necessária para começar a barrar a pandemia. Há 3,63 bilhões com uma dose, perfazendo 48% da população mundial.

16% dos brasileiros

Com 33,8 milhões de habitantes completamente imunizados, o Brasil conseguiu atender 15,9% de sua população em seis meses de campanha. Cerca de 58% já receberam uma dose. Mesmo com faltas de inoculantes em diferentes estados, o Plano Nacional de Imunização (PNI) avança com mais segurança do que há quatro meses, quando houve escassez e repetidosv atrasos nas remessas. Se mantido o ritmo atual, até janeiro, talvez mesmo na segunda quinzena de dezembro, a campanha terá atendido todos os brasileiros vacináveis.

França vai aceitar brasileiros imunizados

A França anunciou neste sábado (17) que passará a permitir a entrada de turistas que tiverem seus ciclos vacinais completados, independente do país de origem. Com isso, brasileiros que receberam uma das vacinas aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) poderão entrar no país. Os imunizantes autorizados são os da AstraZeneca, Janssen e Pfizer. A União Europeia, da qual a França faz parte, também aceita o da Moderna, que não está em uso no Brasil. Para ser admitido na imigração, o viajante precisará esperar sete dias após a segunda dose ou, no caso da dose única da Janssen, 28 dias. Sempre com o devido comprovante entregue pela Saúde brasileira. A Coronavac ainda não recebeu aval da EMA, o que deve acontecer em breve.

Médico condenado nos EUA por vender kit covid

O médico na imagem de redes sociais acima é o americano Jennings Ryan Stanley, de 46 anos. Ele foi acusado de vender kits covid com hidroxicloroquina contrabandeada. Preso depois uma venda para um agente disfarçado, ele admitiu ser culpado em um tribunal federal para aliviar sua pena. Nos EUA não há impasse. Cloroquina é ineficaz e sua venda para debelar o novo coronavírus, charlatanismo criminoso. Stanley trabalhava em uma clínica estética em San Diego, California, e prometia uma cura “cem por cento” e pelo menos seis semanas de imunidade. Os kits foram vendidos entre março e abril de 2020. “Enquanto os profissionais de saúde em todo o mundo trabalhavam dedicadamente na linha de frente de uma pandemia, este médico usou sua posição de confiança para lucrar”, disse o procurador Randy Grossman. A pena de Stanley pode chegar a 20 anos de prisão.

A Indonésia é a nova Índia

No sábado (17), a Indonésia registrou 51.952 casos de covid e 1.092 mortes, superando Índia e Brasil pelo terceiro dia consecutivo. Mais de 72.400 pessoas morreram, de acordo com registros oficiais. Apenas o Reino Unido – que tem uma taxa muito maior de testes – registrou uma quantidade maior de novas infecções (54.674) no sábado. O estrago é causado pela cepa delta e pela falta de vacinas no Sudeste Asiático. Na Tailândia e na Malásia há dificuldades para enterrar todas as vítimas e a população de Mianmar padece com a falta de cilindros de oxigênio.

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Informe publicitário

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OMS premia Disque Corona de São Caetano

Agentes municipais de saúde avaliam casos suspeitos em domicílio

O programa Disque Coronavírus, da Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul, foi uma das 19 iniciativas premiadas pela Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil (OPAS/OMS) e pelo Ministério da Saúde para dar visibilidade às boas práticas na atenção primária à saúde (APS) pública. Em uma cidade com 24% da população acima dos 60 anos, o Disque Coronavírus conseguiu mitigar a internação e diminuir os óbitos. A evolução da pandemia foi controlada em tempo real em todo município. Em pouco mais de um ano de programa, foram 36.491 atendimentos. Dos 21.052 testes realizados, 35% foram positivos (7.371 casos).

Como funciona

Em parceria com o Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), a prefeitura criou um serviço de inteligência epidemiológica que usa um site na qual o cidadão passa informações caso apresente sintomas suspeitos de covid. A partir daí, um aluno da USCS faz uma avaliação remota para determinar se um agente de saúde precisará ser enviado. Se o resultado for positivo, um médico da família atenderá o paciente em casa. Saídas de casa são evitadas para não espalhar o vírus.

Utilidade pública
0800 774 4002, de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h.
Acesse coronasaocaetano.org em qualquer dia ou horário.

Butantan agradece

Fiocruz explica

Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fiocruz, explica que nada muda para quem for vacinado quando estiver com covid. A pessoa “será tratada e acompanhada durante as duas semanas, em média, que dura a doença. E depois retomará a segunda dose normalmente”. Confira:

Painel Coronavírus

Vacinados

• 3,63 bilhões no mundo (48,39% da população)
• 123,79 milhões no Brasil (58,11% da população)
* primeira dose ou dose única

Segunda dose *
• 1,01 bilhão mundo (12,9% da população)
• 33,86 milhões de brasileiros (15,9% da população)
*dados aproximados

Casos confirmados no Brasil

• 19.376.574 – acumulado
• 18.023.512 – recuperados
• 810.848 – em acompanhamento
• 34.126 – novos infectados
• 9.220,5 – incidência por grupo de 100 mil habitantes

Mortes confirmadas no Brasil

• 542.214 – óbitos acumulados
• 948 – novas vítimas fatais
• 2,8% – letalidade
• 258 – mortalidade por grupo de 100 mil habitantes

Dados atualizados em 17/07/21 – 19h

Fontes: Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde e Universidade Johns Hopkins (EUA)

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