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Nº 218: vírus resistente; sem terceira dose; CPI com carimbo do Vaticano

Variantes mais poderosas estão por vir

O Comitê de Emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou, nesta quinta-feira (15), sobre a “forte probabilidade” de novas variantes mais contagiosas e letais. Para os especialistas, a pandemia está longe de acabar. “Existe uma forte probabilidade que surjam e se transmitam novas variantes preocupantes, possivelmente mais perigosas e mais difíceis de controlar”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom. Foi destacado pelo presidente do comitê, Didier Houssin, que das 4 variantes classificadas como preocupantes, a delta, indetificada na Índia, se espalhou com mais velocidade e apresenta mais resistência às vacinas, embora a proteção contra os casos mais graves se mantenha. Esse comportamento indica que com novas variantes a pandemia poderia se tornar mais persistente.

O que MONEY REPORT publicou hoje

Sem perspectiva para a terceira agulhada

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta quinta-feira (15) que, até o momento, não há estudos conclusivos sobre a necessidade de uma terceira dose ou de reforço contra covid. Já receberam aval definitivo ou emergencial para uso no país as vacinas AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNTech, CoronaVac e Janssen.

Risco zero, infecção acima de 1.000

Presidente do COI, Thomas Bach

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, disse nesta quinta-feira (15) que existe risco “zero” dos participantes contaminarem os japoneses. A declaração foi dada no momento em que os casos em Tóquio atingem o maior pico dos últimos seis meses. Nesta quinta-feira (15), a oito dias da cerimônia de abertura, a cidade registrou 1.308 infecções. O país acumula 828 mil casos, 14.943 óbitos e imunizou 17,9% da população.

O que o outro representante da Davati disse à CPI

Hossri Carvalho: “Este é o selo do Vaticano, não é”

A comissão ouviu nesta quinta-feira (15) o representante oficial da Davati Medical Supply, Cristiano Alberto Hossri Carvalho, apontado como CEO por Luiz Paulo Dominguetti em 1° de julho. “Não sou CEO, sou apenas um vendedor. A empresa não tem representação no Brasil”, rebateu. O depoente explicou que não sabe qual caminho levou Dominguetti ao Ministério da Saúde. Ele também disse que nunca esteve no órgão e que evita negociar com o governo. Durante seu depoimento, citou o ex-secretário-executivo da Saúde, Elcio Franco, o ex-diretor de Programas da pasta, Marcelo Pires, o coordenador-geral de Planejamento, Cleverson Boechat Tinoco Ponciano, e o coronel da reserva Helcio Bruno de Almeida, presidente da ONG Instituto Força Brasil – entidade que já foi alvo da CPMI das Fake News. Também foi citado o coronel reformado da Aeronáutica, Glaucio Octaviano Guerra. Eles teriam negociado a propina com Dominguetti, mas o ex-diretor de logística, Roberto Ferreira Dias, teria criado dificuldades. Carvalho disse que Dominguetti, por inocência ou falta de conhecimento, confundiu a gíria “meu irmão”, comum entre cariocas, utilizada no áudio do deputado Luis Miranda (DEM-DF) para se referir a um colega e não ao seu irmão e funcionário da pasta.

  • Estranhezas: o depoimento ficou mais duvidoso quando propina foi chamada de comissão, a documentação da Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah) apareceu com selo do Vaticano e foram apresentadas “cartas de apoio do grão-mestre da maçonaria“ para a venda de vacina em Goiás, o que envolveria o reverendo Amilton Gomes da Paula, que é da Senah, e o cônsul-geral do Paraguai no Rio de Janeiro, além de uma sugestão de pagamento das vacinas com bitcoin, o que foi sugerido pelo grupo de Elcio Franco.

Boletins com depoimentos anteriores:

Requerimento de contrato

A comissão aprovou nesta quinta-feira (15) um requerimento que solicita o contrato de representação entre a Precisa Medicamentos e a Bharat Biotech.

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Informe publicitário

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Respiradores proibidos

A Anvisa proibiu o uso de ventiladores pulmonares e aparelhos de pressão positiva de duplo nível (CPAP) da Philips Respironics. “A proibição se deve a um componente do produto que pode se degradar em partículas e entrar na via de ar do dispositivo, e ser ingerido ou inalado pelo usuário. A espuma pode liberar certos produtos químicos”, justifica a agência. Foi realizada uma consulta internacional sobre o tema junto às autoridades reguladoras do Canadá, Estados Unidos e Japão, além da Comunidade Europeia.

Fiocruz explica

Andrey Moreira Cardoso, pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública/Fiocruz, explica: “Quanto mais pessoas vacinadas, menor a circulação do vírus”. Confira:

Painel Coronavírus

Vacinados

• 3,54 bilhões no mundo (47,2% da população)
• 118,89 milhões no Brasil (54,81 da população)
* primeira dose ou dose única

Segunda dose *
• 929,06 milhões no mundo (11,9% da população)
• 32,27 milhões de brasileiros (15,2% da população)
*dados aproximados

Casos confirmados no Brasil

• 19.262.518 – acumulado
• 17.917.189 – recuperados
• 806.387 – em acompanhamento
• 52.789 – novos infectados
• 9.166,2 – incidência por grupo de 100 mil habitantes

Mortes confirmadas no Brasil

• 538.942 – óbitos acumulados
• 1.548 – novas vítimas fatais
• 2,8% – letalidade
• 256,5 – mortalidade por grupo de 100 mil habitantes

Dados atualizados em 15/07/21 – 21h

Fontes: Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde e Universidade Johns Hopkins (EUA)

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