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Nº 194: quando setembro chegar; Janssen voando; Jogos com público

SP sem estoque

O secretário da Saúde da cidade de São Paulo, Edson Aparecido, anunciou nesta segunda-feira (21) que não haverá aplicação da primeira dose na terça-feira (22). O anúncio foi feito depois de mais de 60% dos postos de vacinação da capital ficarem sem doses hoje. Na terça, apenas aqueles que buscam a segunda dose poderão ser imunizados.

Brasil seguro a partir de setembro

Novamente sem citar o tratamento precoce, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga (imagem), explicou à Comissão Temporária da Covid-19 no Senado, nesta segunda-feira (21), que o Brasil alcançará um cenário epidemiológico favorável a partir de setembro, quando toda a população vacinável tiver recebido a primeira dose dos imunizantes. O ciclo vacinal deve ser completo no final de 2021. Queiroga considerou a meta razoável, se considerado o cenário global de escassez de vacinas.

  • Vacinas nacionais: Queiroga deixou claro o interesse do ministério na vacina Versamune, desenvolvida pela Medicina da USP Ribeirão Preto, em parceria com a Farmacore e a PDS Biotechnology, com financiamento federal. O governo também estaria disposto a adquirir a ButanVac, financiada pelo governo paulista, e a vacina da UFMG, que recebe apoio da Prefeitura de Belo Horizonte;
  • Testagem: o próximo passo para o controle da pandemia será a testagem em massa por antígenos. Queiroga explicou que serão distribuídos até 20 milhões de kits em estações de metrô, de trens e aeroportos;
  • Silêncio: o titular da pasta não citou o tratamento precoce.

O que MONEY REPORT publicou hoje

Primeiras remessas da Janssen

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta segunda-feira (21) que um avião com 1,5 milhão de doses da vacina da Janssen deve chegar ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), na terça-feira (22). A previsão inicial era receber 3 milhões de doses até 15 de junho. De acordo com o Ministério da Saúde, o envio foi cancelado pela própria Janssen, que não teria explicado os motivos.

“Nos transformamos numa nação pária”, diz Nicolelis

Nicolelis: “Os hospitais ainda não se recuperaram do colapso de março e abril”

O Brasil somou mais de 500 mil mortes por covid-19 no domingo (20). Em janeiro, o neurocientista e médico Miguel Nicolelis estimou que essa marca seria atingida em julho. Nesta segunda-feira (21), ele explicou que o país alcançou tamanha quantidade de vítimas fatais em menos tempo ainda pela falta de medidas sanitárias, como bloqueio sanitários em rodovias, aeroportos e lockdowns onde necessário, além da ausência de uma comunicação assertiva com a população. “Isso explica por que tivemos a maior tragédia humanitária da história. Nos transformamos numa nação pária”, afirmou. Nicolelis alertou que o cenário pode piorar com a chegada no inverno e aumento do risco para infecções respiratórias, o que pode contribuir ainda mais para a terceira onda.

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Informe publicitário

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Olimpíadas: parte 1

Mascotes das Olímpiadas, Miraitowa e Someity

Foi decidido nesta segunda-feira (21), que apenas 10 mil espectadores por vez poderão comparecer aos locais das competições dos Jogos Olímpicos. Especialistas japoneses alertarem que realizar o evento sem torcedores seria a opção menos arriscada durante a pandemia.

Olimpíadas 2

Após a decisão do Japão de receber espectadores, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta segunda-feira (21) que debaterá com autoridades do país e o Comitê Olímpico Internacional (COI) como administrar os riscos de contaminação.

SP informa

A infectologista Rosana Richtmann afirma: “O intervalo varia conforme a vacina”. Confira:

Painel Coronavírus

Vacinados (cumulativos)
• 2,66 bilhões no mundo (35,46% da população)
• 86,96 milhões no Brasil (41,21% da população)

Segunda dose *
• 680 milhões no mundo (9,5% da população)
• 23,79 milhões de brasileiros (11,2% da população)
* dados aproximados

Leitos de UTI *
• 80% de ocupação total em 13 estados brasileiros e o DF
* Não há uma contagem sistemática e centralizada dos leitos de UTI disponíveis nas redes pública e privada do país. O levantamento de MR é baseado nas informações veiculadas na imprensa

Casos confirmados no Brasil
• 17.966.831 – acumulado
• 38.903 – novos infectados
• 16.288.392 – recuperados
• 1.175.853 – em acompanhamento
• 8.549,6 – incidência por grupo de 100 mil habitantes

Mortes confirmadas no Brasil
• 502.586 – óbitos acumulados
• 761 – novas vítimas fatais
• 2,8% – letalidade
• 239,2 – mortalidade por grupo de 100 mil habitantes

Dados atualizados em 21/06/21 – 22h50

Fontes: Ministério da Saúde, consórcio de veículos de imprensa, Universidade Johns Hopkins (EUA) e Fiocruz

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