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Mundo com menos mortes; aumento de testes positivos; sequelas da covid longa

Mortes por covid-19 têm queda de 12% no mundo

O número de casos e mortes por covid-19 continua em tendência de queda registrada desde o final de março. Na semana de 11 a 17 de abril, foram registrados mais de 5 milhões de infecções e mais de 18 mil óbitos pela doença em todo o mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os números representam quedas de 24% e 12% respectivamente. As informações foram divulgadas pela OMS, na quarta-feira (20), em atualização semanal do boletim epidemiológico da covid-19. A OMS destaca que as tendências devem ser interpretadas com cautela, pois vários países estão mudando estratégias de testagem, com a redução no número de exames realizados, o que pode prejudicar a detecção de novos casos.

OMS recomenda medicamento da Pfizer

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou nesta sexta-feira (22) o uso do antiviral Paxlovid do laboratório americano Pfizer para pacientes com covid-19 com sintomas leves, mas com “maior risco de hospitalização”. No entanto, o órgão da ONU se mostrou “muito preocupado” porque, como já aconteceu com as vacinas, os países de menor renda terão dificuldade para acessar esse medicamento. Especialistas da OMS disseram que “recomendam fortemente” a pílula da Pfizer, que combina nirmatrelvir e ritonavir.”É a droga de escolha” para pacientes não vacinados, idosos ou imunossuprimidos, segundo um artigo publicado no British Journal of Medicine.

O que MONEY REPORT publicou:

Positividade de testes volta a subir

O percentual de testes positivos para SARS-CoV-2 voltou a crescer no país, de acordo com dados reunidos pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS). Entre 10 a 16 de abril, a taxa de positividade foi de 8,4% e, durante o mês de março, era de 3,6% – menos da metade. Atualmente, os índices mais elevados se concentram em duas faixas etárias: de 10 a 19 anos (14%) e de 50 a 59 anos (12%). O levantamento levou em conta os dados de três laboratórios parceiros: Dasa, DB Molecular e HLAGyn. A instituição também aponta que o percentual de exames positivos para vírus sincicial respiratório (VSR) é de 20,5%, segundo o último relatório realizado. Esse índice é o mais elevado desde o início do monitoramento, em dezembro.

Comprometimento de órgãos na covid longa

As pessoas que tiveram covid-19 antes da vacina e desenvolveram covid longa, mesmo sem quadros graves, apresentaram comprometimento de um órgão (59%) ou vários órgãos (23%) do corpo seis meses após a infecção. O levantamento é de uma pesquisa da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Das 536 pessoas analisadas, 13% foram hospitalizadas por conta da doença e a maioria foi mulheres. Um ano depois, os sintomas seguiram em 59% e 27% dos indivíduos, respectivamente. Os sintomas pós-covid mais comuns foram fadiga, falta de ar, dor no peito e tosse. Também foram citadas diarreia, disfunção cognitiva, dificuldade para andar e convulsões. Os sintomas de fadiga, falta de ar e disfunção cognitiva apresentaram alívio ao longo do acompanhamento, mas não desapareceram. As informações são do portal Metrópoles.

Painel Coronavírus – Brasil

Vacinados

Primeira dose: 19,40 milhões no Brasil (9,09% da população)

Segunda dose: 162,49 milhões no Brasil (76,17% da população)

Doses de reforço: 72,80 milhões no Brasil (34,13% da população)


Casos
• 
30.349.463 – acumulado
• 13.056– média móvel dos últimos 7 dias encerrados em 24/04 (queda de 25,9%)
• 29.191.158 – recuperados
• 302.463 – em acompanhamento
• 14.442 – casos acumulados por grupos de 100 mil

Mortes
• 662.543– óbitos confirmados (acumulado)
• 93 – média móvel dos últimos 7 dias encerrados em 24/04 (queda de 16,96%)
• 2,2% – taxa de letalidade
• 315 – óbitos por grupos de 100 mil

– Dados atualizados em 15/04 e em 24/04/2022

Fontes: Ministério da Saúde, secretaria estaduais e municipais de saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), consórcio de veículos de imprensa, Organização Mundial de Saúde (OMS) e Universidade Johns Hopkins

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