PATROCINADORES

Mortes em alta no mundo; bebês de 6 meses; UTIs privadas de SP

Crescem as vítimas fatais

A quantidade de mortes provocadas plo novo coronavírus subiu 4% no mundo na semana passada, após cinco semanas de declínio, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Em sua avaliação semanal da pandemia, a OMS disse que foram registradas 8.700 mortes por covid-19 na semana passada, um salto de 21% nas Américas e um aumento de 17% no Pacífico Ocidental. Além disso, houve picos significativos de infecção em algumas regiões, como o Oriente Médio e o Sudeste Asiático relatando altas de 58% e 33%, respectivamente.

Vacinas para bebês maiores de 6 meses

Um comitê consultivo de especialistas da FDA (agência reguladora de drogas e alimentos dos Estados Unidos) se pronunciou nesta quarta-feira (15) favoravelmente à administração de vacinas contra a covid dos laboratórios Pfizer e Moderna em crianças de seis meses até quatro anos, um primeiro passo crucial para a sua autorização. Durante debates transmitidos ao vivo pela internet, os membros deste painel de consulta revisaram os dados dos testes clínicos disponíveis realizados pela Pfizer em crianças de seis meses a 4 anos e pela Moderna em menores de seis meses a 5 anos. Se for aprovada, as crianças provavelmente receberão doses já a partir da semana que vem.

O que MONEY REPORT publicou

40% dos hospitais privados de SP têm UTIs perto do limite

Um levantamnto do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SindHosp) revela que 40% das instituições privadas que têm leitos de UTI dedicados ao atendimento da covid-19 registram uma taxa de ocupação entre 81% e 100%. Já entre hospitais que não possuem um setor específico, 40% afirmam estar entre 61% a 80% de ocupação justamente pelo aumento dos casos de coronavírus.

Reinfecção em 20 dias

Um estudo feito por pesquisadores do Statens Serum Institut (SSI), da Dinamarca, mostra evidências de que a subvariante BA.2 da ômicron pode causar a reinfecção no intervalo de 20 dias. O resultado explica porque infectados em janeiro, quando o Brasil atravessou a primeira onda da variante, estão adocendo novamente. Um relatório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicado na segunda-feira (13), mostra que a linhagem BA.2 se tornou dominante no Brasil, substituindo a BA.1. 

Ômicron não fornece reforço imunológico

Pesquisadores da Imperial College de Londres, na Inglaterra, divulgaram nesta terça-feira (14) um novo estudo que aponta que a infecção pela variante ômicron da covid-19 não garante proteção contra a reinfecção. Conforme especialistas, a descoberta poderia ajudar a explicar por que contágios repetidos em uma mesma pessoa têm sido uma característica comum desta cepa, que se espalha em um momento em que a vacinação ainda fornece proteção contra casos graves e mortes. “Quando a ômicron começou a se espalhar pelo país [Reino Unido], as pessoas diziam que isso melhoraria a imunidade delas. O que estamos dizendo é que a infecção não é um bom reforço da imunidade”, ressaltou ao The Guardian a professora Rosemary Boyton, coautora do estudo.

Painel Coronavírus

Vacinados

Primeira dose: 16,18 milhões no Brasil (7,58% da população)

Segunda dose: 168,22 milhões no Brasil (78,86% da população)

Doses de reforço: 96,6 milhões no Brasil (45,28% da população – dado atualizado e reduzido m 16/06)


Casos
• 
31.673.375 – acumulado
• 36.576 – média móvel dos últimos 7 dias encerrados em 17/06 (queda de 8,51%)
• 30.310.772 – recuperados
• 632.304 – em acompanhamento desde 17/06 (alta de 10,69%)
• 15.072 – casos acumulados por grupos de 100 mil

Mortes
• 668.919 – óbitos confirmados (acumulado)
• 137 – média móvel dos últimos 7 dias encerrados em 17/06 (queda de 2,83%)
• 2,1% – taxa de letalidade
• 318,3 – óbitos por grupos de 100 mil

– Dados atualizados em 17/06

Fontes: Ministério da Saúde, secretaria estaduais e municipais de saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), consórcio de veículos de imprensa, Organização Mundial de Saúde (OMS) e Universidade Johns Hopkins

Compartilhe

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Pergunte para a

Mônica.

©2017-2020 Money Report. Todos os direitos reservados. Money Report preza a qualidade da informação e atesta a apuração de todo o conteúdo produzido por sua equipe.