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Dores de garganta e de cabeça; 8 milhões de crianças; metabolismo

Alterações sanguíneas

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) identificaram alterações preocupantes no sangue de pessoas que já foram detectadas com covid-19. Os desequilíbrios mais acentuados ocorreram em quem sofreu com manifestações graves da doença. O trabalho foi divulgado no Journal of Proteome Research. Foram detectadas seis substâncias produzidas por diferentes vias do metabolismoo no plasma sanguíneo de 53 pacientes que testaram positivo para o SARS-CoV-2 e deram entrada, ainda em 2020, no Hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Desses, 10 tiveram complicações e foram internados na UTI e 2 faleceram. O coordenador do estudo, Daniel Cardoso, destacou que o vírus da covid infecta a célula, altera o seu metabolismo e usa as vias energéticas para se replicar. “A partir disso, ocorrem variações na quantidade daquelas seis substâncias, sendo que algumas têm sua concentração reduzida e outras aumentada. O grau de desequilíbrio na concentração desses compostos indica o quanto o metabolismo foi afetado, permitindo prever se as condições clínicas do paciente serão agravadas”, explicou. 

Quais os novos sintomas mais comuns

Dados obtidos por meio do aplicativo Zoe Covid reuniu informações de 17,5 mil britânicos que testaram positivo na última semana. Pesquisadores do King’s College, em Londres, com apoio do NHS, o sistema de saúde pública do país, descobriram que febre e perda de olfato ou paladar deixaram de ser os principais sintomas depois que as variantes assumiram o lugar das primeiras cepas. Os quadros mais comuns passaram a ser de dores de garganta e de cabeça. Confira os 20 principais sintomas da covid-19, de acordo com o Zoe App

  • Dor de garganta – relatada por 58% dos participantes
  • Dor de cabeça – 49%
  • Nariz entupido – 40%
  • Tosse seca – 40%
  • Coriza – 40%
  • Tosse com catarro – 37%
  • Voz rouca – 35%
  • Espirros – 32%
  • Fadiga – 27%
  • Dores musculares – 25%
  • Náusea – 18%
  • Inchaço no pescoço (a popular “íngua”) – 15%
  • Dor nos olhos – 14%
  • Alteração no olfato – 13%
  • Aperto ou dor no peito – 13%
  • Febre – 13%
  • Calafrios – 12%
  • Falta de ar – 11%
  • Dor de ouvido – 11%
  • Perda de olfato – 10%

Pandemia fez vacinação infantil recuar

São 25 milhões de crianças que se tornaram potenciais vítimas colaterais da pandemia. De acordo com dados divulgados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), na sexta-feira (15), esse é o número estimado de crianças que ao longo de 2021 deixaram de ser imunizadas contra doenças potencialmente fatais, como sarampo. São dois milhões a mais do que em 2020, já quando a pandemia estava curso e ainda sem vacinas. Se considerado o período pré-pandêmico, há 8 milhões a mais de pequenos sem assistência.

O que MONEY REPORT publicou
OMS desaconselha colchicina e fluvoxamina 

Orientações publicadas no “British Medical Journal” (“BMJ”) fizeram com que a OMS, nesta quinta-feira (14), lançasse diretrizes desaconselhando o uso dos medicamentos colchicina e fluvoxamina para pacientes com covid-19 leve ou moderada. Não há evidências suficientes de que esses produtos tragam melhoras aos pacientes. Antidepressivo, a fluvoxamina deverá ser usada apenas em ensaios clínicos; anti-inflamatório para tratar gota, a colchicina ganhou “forte recomendação” de não ser empregada em casos leves e moderados de covid. 

Painel Coronavírus

Vacinados

Primeira dose: 15,30 milhões no Brasil (7,17% da população)

Segunda dose: 169,67 milhões no Brasil (79,54% da população, de acordo com os 213,3 milhões de habitantes estimados pelo IBGE)

Doses de reforço: 111,6 milhões no Brasil (52,32% da população)


Casos
• 
33.301.118 – acumulado
• 57.808 – média móvel dos últimos 7 dias encerrados em 17/07 (queda de 0,34%%)
• 31.556.393 – recuperados
• 1.069.375 – em acompanhamento, na comparação com 10/07 (alta de 2,64%)
• 15.847 – casos acumulados por grupos de 100 mil

Mortes
• 675.350 – óbitos confirmados (acumulado)
• 249 – média móvel dos últimos 7 dias encerrados em 10/07 (alta de 2,46%)
• 2% – taxa de letalidade
• 321,04 – óbitos por grupos de 100 mil

– Dados atualizados em 17/07

Fontes: Ministério da Saúde, secretaria estaduais e municipais de saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), consórcio de veículos de imprensa, Organização Mundial de Saúde (OMS) e Universidade Johns Hopkins

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