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Beabá da vacinação infantil; 5 dias de quarentena; apagão de dados

O que de mais relevante ocorre na cobertura da pandemia de covid-19

10 questões que os pais precisam saber na hora de levar os pequenos ao postinho

  1. Quando vai começar?
    Ainda não se sabe. O provável que ocorra a partir de fevereiro. As doses precisarão ser distribuídas e as equipes, treinadas, já que a dosagem é diferente.
  2. Qual será o ordem?
    A vacinação vai ser feita em ordem decrescente de idade: primeiro, crianças de 10 a 11 anos, depois, de 8 a 9, entre 6 e 7 e, por último, as de 5 anos.
  3. Em quem estiver na idade limite?
    Quem fizer 12 anos antes da segunda dose deverá concluir a vacinação com a dose pediátrica.
  4. Há riscos?
    Além da dosagem reduzida, a taxa de efeitos adversos é irrisória nos países que já vacinam suas crianças. Nos EUA, de acordo com o Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês), das 8,7 milhões de doses aplicadas em crianças de 5 a 11 anos até 19 de dezembro, apenas em 100 ocasiões ocorreram sintomas colaterais de alguma natureza – e nenhum óbito. A taxa é de irrisório 0,001%.
  5. As crianças vão receber a mesma dose dos adultos?
    Não. Como nos EUA, a Anvisa autorizou a inoculação de 2/3 (0,2ml) do que é ministrado em adultos.
  6. Será preciso reforço?
    Ainda é cedo para saber, mas é provável.
  7. Como será o atendimento?
    Deve ser feito em ambiente específico e separado dos adultos, principalmente para os mais jovens. A vacina da covid-19 não poderá ser dada junto com outras demais do calendário infantil. O intervalo mínimo deverá ser de 15 dias.
  8. O atendimento será rápido?
    As crianças deverão permanecer no local de vacinação por pelo menos 20 minutos após a inoculação para observação.
  9. O que pode ocorrer?
    Dor, inchaço e vermelhidão no local, febre, fadiga, dor de cabeça, calafrios, dor muscular ou nas articulações, além do aumento dos gânglios na axila do braço.
  10. Quando procurar um médico?
    Os pais ou responsáveis deverão procurar ajuda médica o mais rápido possível se a criança tiver apresntar dores repentinas no peito, falta de ar ou palpitações.

Isolamento de 5 dias

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga afirmou na manhã de sexta-feira (7) que o tempo de isolamento para pacientes assintomáticos covid-19 “possivelmente” será reduzido de dez para cinco dias. A redução já foi adotada m outros países, como os Estados Unidos e França. “Isso está em estudo na área técnica, na Secretaria de Vigilância e Saúde””, disse o ministro.

Anvisa avalia CoronaVac em crianças

Após autorizar o uso do imunizante da Pifzer contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos de idade, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisa pedido do Instituto Butantan para uso da CoronaVac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos. O Butantan fez o pedido pela primeira vez em dezembro, mas a agência pediu mais dados, alegando que os fornecidos eram insuficentes. O novo requerimento foi feito na sexta-feira (7). Fazem parte da análise representantes da Anvisa, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI) e da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O material vem do Instituto Butantan, do governo do Chile e da farmacêutica Sinovac.

Contaminações no mundo aumentaram 70%, diz OMS

As infecções pelo coronavírus aumentaram 70% no mundo na virada do ano, índice inédito, e as mortes caíram 10%, mostra boletim epidemiológico semanal da Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre 27 de dezembro e 2 de janeiro houve no mundo 9,5 milhões de contágios confirmados, quase o dobro dos recordes semanais anteriores, e 41 mil mortes. É a quarta semana consecutiva de diminuição de óbitos. A Europa, que voltou a ser o epicentro da pandemia de covid-19 devido à variante Ômicron do SARS-CoV-2, mais transmissível, concentrou mais da metade dos casos (5,3 milhões) e mortes (22 mil) mundiais. Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, “o maior número de casos notificados até agora ocorreu na semana passada” e pode estar subestimado. O aumento de novos casos foi da ordem de 100% na América e de 65% na Europa. As mortes por covid-19 baixaram 18% e 6% nas duas regiões, respectivamente. Se for mantido o ritmo de contágios na Europa, que totaliza 103 milhões de infecções desde o início da pandemia, em 2020, o continente superará a América (104 milhões) em número de casos confirmados.

O que MONEY REPORT publicou

Apagão federal de dados

Painel Coronavírus

Vacinados*
• 9,42 bilhões de doses distribuídas (119,62% da população global — cumulativo, incluindo doses de reforço e estoques)
• 4,65 bilhões de pessoas atendidas (59,1% da população mundial)
• 59,21 milhões de pessoas nos países de baixa renda (8,9% entre os mais pobres)
* Dados globais aproximados

Primeira dose*
• 720,64 milhões no mundo (9,15% da população com a primeira dose)
• 29,1 milhões nos países de baixa renda (4,37% entre os mais pobres)
• 22,52 milhões no Brasil (10,56% da população)
* Dados globais aproximados

Segunda dose*
• 3,93 bilhões no mundo (49,97% da população)
• 29,9 milhões nos países de baixa renda (4,49% entre os mais pobres)
• 143,88 milhões de brasileiros (67,45% da população)
* Dado global aproximado

Doses de reforço*
• 776,24 milhões no mundo (9,87% da população)
• 28,12 milhões no Brasil (13,22% da população)
* Dado global aproximado

Casos no Brasil
• 22.523.907 – acumulado
32.954 – média móvel dos últimos 7 dias encerrados em 09/01 (variação em 14 dias: +568,26%)
• 21.634.074 – recuperados
•  269.852 84.063 – em acompanhamento (variação de 157,96 em relação a 31/12))
 10.718,2 – casos acumulados por grupos de 100 mil

Mortes no Brasil
 619.981 – óbitos confirmados (acumulado)
• 120 – média móvel dos últimos 7 dias encerrados em 09/01 (variação em 14 dias: -47p.p)
• 2,8% – taxa de letalidade
• 295 – óbitos por grupos de 100 mil


– Dados atualizados em 09/01/2021, às 22h

– Dados de vacinação no Brasil são baseados nos informes da Organização Mundial de Saúde (OMS) por meio da Universidade Johns Hopkins e apresentados na plataforma Our World in Data, pois os informes do Ministério da Saúde estão defasados.

Fontes: Ministério da Saúde, secretaria estaduais e municipais de saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), consórcio de veículos de imprensa, Organização Mundial de Saúde (OMS) e Universidade Johns Hopkins

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