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Concessões podem gerar R$ 160 bi em investimentos até 2026

Foi estimado pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) que os setores de transporte e saneamento devem receber cerca de R$ 160 bilhões em investimentos até 2026, considerando iniciativas de concessão e parcerias público-privada (PPPs) nas esferas federais, estaduais e municipais. A previsão foi divulgada na segunda-feira (6) no Livro Azul da Infraestrutura.

A associação analisou mais de 1600 projetos de concessões e PPPs que já ocorreram ou estão previstos até a data limite da pesquisa. Do total, a maioria são ativos de blocos de exploração de petróleo e gás que foram ofertados pela União na 17ª rodada de leilões da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

  • Governo federal: possui o maior número de projetos (10 na área ferroviária, 40 aeroportos federais, 34 terminais portuários e 28 segmentos rodoviários). Todos devem ir à leilão ainda em 2022, durante a 7ª rodada do leilão de terminais aeroportuários. Os investimentos nas licitações oferecidas estão previstos em R$ 8 bilhões;
  • Destaques federais: portos de Santos, São Sebastião, Vitória, Salvador e Itajaí, previstos para o próximo. Já no setor ferroviário, o destaque foi dado às concessões da Ferrogrão, prevista para 2022, e da Ferroeste, para 2023;
  • Estadual: são 300 projetos, incluindo programas de desestatização, concessões e PPPs. A pesquisa também inclui projetos das capitais estaduais, com 80 iniciativas na área de infraestrutura econômica e social;
  • Montante: somando os projetos e as estimativas de investimento, deve haver um acréscimo de R$ 19 bi a R$ 43 bi anualmente entre 2022 e 2026 nas áreas de infraestrutura e saneamento, chegando ao total de R$ 160,1 bi;
  • Anuais: Esse ano contou com 48 leilões até a divulgação da pesquisa, resultando em R$ 27,8 bi em outorgas e investimentos estimados em R$ 58,6 bi nos próximos anos. Já 2020, foram R$ 124,2 bi em investimentos nos quatro setores, correspondendo a 1,67% do produto interno bruto (PIB). Para suprir os problemas de infra, a entidade afirma que são necessários, no mínimo, 4,3% do PIB em investimentos nos próximos dez ano em investimentos.

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